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	<title>Peleando contra o Poder Comments</title>
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	<language>en</language>
	<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 17:03:29 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: Thomaz</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=478#comments</link>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 03:21:31 -0300</pubDate>
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					<description>	Morar fora tem muitas vantagens, isso eh inegavel. No entanto, eh dificil encontrar outro lugar no mundo onde se encontre tanto amor ao proximo como se ve no Brasil. Isso eh uma das coisas que mais fazem falta para um &amp;#8220;desgarado&quot;. Eh uma pena que a situacao no Brasil esteja tao fora de controle. Porem, sao exemplos como esse que fazem acreditar que o futuro sera melhor.
Dr., abraco e obrigado por tudo.
	Thomaz Araujo
Halifax - Canada.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Morar fora tem muitas vantagens, isso eh inegavel. No entanto, eh dificil encontrar outro lugar no mundo onde se encontre tanto amor ao proximo como se ve no Brasil. Isso eh uma das coisas que mais fazem falta para um &#8220;desgarado". Eh uma pena que a situacao no Brasil esteja tao fora de controle. Porem, sao exemplos como esse que fazem acreditar que o futuro sera melhor.<br />
Dr., abraco e obrigado por tudo.</p>
	<p>Thomaz Araujo<br />
Halifax - Canada.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Newton Fabrício</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=477#comments</link>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 15:03:56 -0200</pubDate>
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					<description>	Charles:
	é muito bom receber uma mensagem tua aqui, pois, além de reconhecido escritor (com livros traduzidos até na França) e professor de Literatura, foste Patrono da Feira do Livro, homenagem reservada a poucos.
Para objetivar a resposta, vou desdobrá-la em itens.
	(Antes de responder ao Charles Kiefer, porém, esclareço: este site se caracteriza pela defesa da ampla liberdade de expressão. Uma das raras restrições a esse princípio, neste site, é o que diz respeito à política partidária. Explico: a Lei Orgânica da Magistratura Nacional proíbe que juízes exerçam, de qualquer modo, atividade político partidária. Logo, toda e qualquer mensagem com essa conotação não é publicada. Aliás, se não houvesse essa restrição legal, ainda assim eu não as publicaria, pois não tenho nenhum interesse em discutir política partidária neste site. Cito um dos motivos: não vejo nenhuma diferença entre os partidos brasileiros: embora se denominem de uma ou outra orientação, na prática, são iguais, na minha opinião. A mensagem do Charles foi publicada por uma simples razão: o texto que ele enviou trata de tema de Ciência Política, não de política partidária).
	Esclarecido o aspecto acima, passo a responder ao Charles Kiefer:
	1. é realmente interessante o texto do Karl Marx, na medida em que ele visualiza o criminoso também como um agente econômico - e, nessa condição, como um gerador de empregos inserido no “aumento da riqueza nacional&quot;;
	2. quanto à questão de ser o criminoso um gerador de empregos, nada de muito novo nessa constatação, efetuada por Marx em 1863. Afinal, quem conhece a história do julgamento de Sócrates (ocorrida em 399 A.C. - portanto, 22 séculos antes da afirmação de Marx), sabe que a Heliéia, Tribunal de Atenas que julgou e condenou o sábio grego, era constituída de “um número insólito de velhos e feridos de guerra, que recorriam àquele tipo de trabalho como um meio fácil de conseguir uma renda extra.”
	…
	“Os únicos requisitos eram cidadania, sanidade mental e ausência de dívidas - embora a sanidade mental não fosse avaliada segundo os critérios socráticos; bastava demonstrar ser capaz de andar em linha reta e saber dizer o próprio nome quando fosse requisitado. Os membros do júri cochilavam durante os julgamentos” (Alain de Botton, “As Consolações da Filosofia&quot;, pág. 44).
	3. de outro lado, é conveniente lembrar que Marx era um profundo conhecedor de História. Logo, certamente sabia que inexiste, ao longo da História, sociedade que tenha conseguido abolir o crime. Pela singela razão de que o crime é uma consequência das imperfeições humanas. Por isso, não acredito que ele, sábio como era, visualizasse, realmente, a possibilidade de uma sociedade humana que extirpasse o crime;
	4. diferentemente de Marx, porém, acredito em Deus. Por isso, acredito que, em outro plano de existência, um dia existirá uma sociedade sem crime, nem criminosos - e, portanto, sem a necessidade de aparato judicial repressivo;
	5. além dos motivos humanitários - que não preciso citar, pois são óbvios -, ficaria muito feliz se a sociedade humana alcançasse, agora, o estágio de evolução suficiente para extirpar o crime. O motivo? Além das razões humanitárias que todos temos, tenho uma a mais, de ordem prática: como juiz da Vara de Falências (não trabalho em Vara Criminal, é bom lembrar), trabalharia apenas em falências causadas por má gestão ou por crises econômicas, não em falências fraudulentas causadas por trampas e mutretas… Seria muito melhor, sem dúvida;
	6. infelizmente, porém, os crimes estão aí. E, pelo que tenho visto na imprensa, não têm contribuído para o “aumento da riqueza nacional&quot;, mas para o seu desperdício… Ou não?
	Um abraço.
	Newton Fabrício
Obs: penso ser injusta a afirmação de Marx, constante do final do primeiro parágrafo. Exemplifico, com uma pergunta: o historiador marxista Eric Hobsbawm - respeitado internacionalmente - estaria preocupado com o seu deleite intelectual ou visava meramente lançar uma “mercadoria” no mercado quando publicou o livro “Bandidos” (apreciável estudo sobre o denominado “banditismo social&quot;)?
Obs 2: ao frequentar o teu curso de Literatura, ficamos amigos. E, como é normal entre amigos, temos pontos de concordância (como a admiração pela Grécia Antiga, por exemplo) e outros de discordância (como a interpretação diversa sobre a Revolução Farroupilha).
Por isso, te faço uma provocação, amigo: quem sabe tu me respondes ao que escrevi sobre a Revolução Farroupilha, lá em 20 de setembro? O título é: Revolução Farroupilha, um debate (1).
	Obs 3: para terminar, te faço um convite - o de escrever um texto sobre o crack.
Afinal, saímos do assunto proposto - o que não nos impede de continuarmos esse debate, com réplica e tréplica, o que seria muito interessante - e a questão do crack é muito grave para que seja deixada em segundo plano.
Digo mais: eu suavizei o tema da gravidade do crack porque era o primeiro dia do ano e não gostaria de iniciá-lo com um texto muito pesado. Mas, a verdade é que o problema do crack é muito mais grave do que se imagina. Cito apenas um exemplo: há cidades do interior do Estado em que é comum encontrar crianças com apenas nove dedos - o décimo foi arrancado pelo traficante por dívidas do crack.
Por isso, fica o convite: usa a tua pena diferenciada para escrever algo sobre a luta contra o crack.
A sociedade gaúcha precisa desse movimento.
E tu és um intelectual com capacidade para mobilizar o meio cultural para essa luta.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Charles:</p>
	<p>é muito bom receber uma mensagem tua aqui, pois, além de reconhecido escritor (com livros traduzidos até na França) e professor de Literatura, foste Patrono da Feira do Livro, homenagem reservada a poucos.<br />
Para objetivar a resposta, vou desdobrá-la em itens.</p>
	<p>(Antes de responder ao Charles Kiefer, porém, esclareço: este site se caracteriza pela defesa da ampla liberdade de expressão. Uma das raras restrições a esse princípio, neste site, é o que diz respeito à política partidária. Explico: a Lei Orgânica da Magistratura Nacional proíbe que juízes exerçam, de qualquer modo, atividade político partidária. Logo, toda e qualquer mensagem com essa conotação não é publicada. Aliás, se não houvesse essa restrição legal, ainda assim eu não as publicaria, pois não tenho nenhum interesse em discutir política partidária neste site. Cito um dos motivos: não vejo nenhuma diferença entre os partidos brasileiros: embora se denominem de uma ou outra orientação, na prática, são iguais, na minha opinião. A mensagem do Charles foi publicada por uma simples razão: o texto que ele enviou trata de tema de Ciência Política, não de política partidária).</p>
	<p>Esclarecido o aspecto acima, passo a responder ao Charles Kiefer:</p>
	<p>1. é realmente interessante o texto do Karl Marx, na medida em que ele visualiza o criminoso também como um agente econômico - e, nessa condição, como um gerador de empregos inserido no “aumento da riqueza nacional";</p>
	<p>2. quanto à questão de ser o criminoso um gerador de empregos, nada de muito novo nessa constatação, efetuada por Marx em 1863. Afinal, quem conhece a história do julgamento de Sócrates (ocorrida em 399 A.C. - portanto, 22 séculos antes da afirmação de Marx), sabe que a Heliéia, Tribunal de Atenas que julgou e condenou o sábio grego, era constituída de “um número insólito de velhos e feridos de guerra, que recorriam àquele tipo de trabalho como um meio fácil de conseguir uma renda extra.”</p>
	<p>…</p>
	<p>“Os únicos requisitos eram cidadania, sanidade mental e ausência de dívidas - embora a sanidade mental não fosse avaliada segundo os critérios socráticos; bastava demonstrar ser capaz de andar em linha reta e saber dizer o próprio nome quando fosse requisitado. Os membros do júri cochilavam durante os julgamentos” (Alain de Botton, “As Consolações da Filosofia", pág. 44).</p>
	<p>3. de outro lado, é conveniente lembrar que Marx era um profundo conhecedor de História. Logo, certamente sabia que inexiste, ao longo da História, sociedade que tenha conseguido abolir o crime. Pela singela razão de que o crime é uma consequência das imperfeições humanas. Por isso, não acredito que ele, sábio como era, visualizasse, realmente, a possibilidade de uma sociedade humana que extirpasse o crime;</p>
	<p>4. diferentemente de Marx, porém, acredito em Deus. Por isso, acredito que, em outro plano de existência, um dia existirá uma sociedade sem crime, nem criminosos - e, portanto, sem a necessidade de aparato judicial repressivo;</p>
	<p>5. além dos motivos humanitários - que não preciso citar, pois são óbvios -, ficaria muito feliz se a sociedade humana alcançasse, agora, o estágio de evolução suficiente para extirpar o crime. O motivo? Além das razões humanitárias que todos temos, tenho uma a mais, de ordem prática: como juiz da Vara de Falências (não trabalho em Vara Criminal, é bom lembrar), trabalharia apenas em falências causadas por má gestão ou por crises econômicas, não em falências fraudulentas causadas por trampas e mutretas… Seria muito melhor, sem dúvida;</p>
	<p>6. infelizmente, porém, os crimes estão aí. E, pelo que tenho visto na imprensa, não têm contribuído para o “aumento da riqueza nacional", mas para o seu desperdício… Ou não?</p>
	<p>Um abraço.</p>
	<p>Newton Fabrício<br />
Obs: penso ser injusta a afirmação de Marx, constante do final do primeiro parágrafo. Exemplifico, com uma pergunta: o historiador marxista Eric Hobsbawm - respeitado internacionalmente - estaria preocupado com o seu deleite intelectual ou visava meramente lançar uma “mercadoria” no mercado quando publicou o livro “Bandidos” (apreciável estudo sobre o denominado “banditismo social")?<br />
Obs 2: ao frequentar o teu curso de Literatura, ficamos amigos. E, como é normal entre amigos, temos pontos de concordância (como a admiração pela Grécia Antiga, por exemplo) e outros de discordância (como a interpretação diversa sobre a Revolução Farroupilha).<br />
Por isso, te faço uma provocação, amigo: quem sabe tu me respondes ao que escrevi sobre a Revolução Farroupilha, lá em 20 de setembro? O título é: Revolução Farroupilha, um debate (1).</p>
	<p>Obs 3: para terminar, te faço um convite - o de escrever um texto sobre o crack.<br />
Afinal, saímos do assunto proposto - o que não nos impede de continuarmos esse debate, com réplica e tréplica, o que seria muito interessante - e a questão do crack é muito grave para que seja deixada em segundo plano.<br />
Digo mais: eu suavizei o tema da gravidade do crack porque era o primeiro dia do ano e não gostaria de iniciá-lo com um texto muito pesado. Mas, a verdade é que o problema do crack é muito mais grave do que se imagina. Cito apenas um exemplo: há cidades do interior do Estado em que é comum encontrar crianças com apenas nove dedos - o décimo foi arrancado pelo traficante por dívidas do crack.<br />
Por isso, fica o convite: usa a tua pena diferenciada para escrever algo sobre a luta contra o crack.<br />
A sociedade gaúcha precisa desse movimento.<br />
E tu és um intelectual com capacidade para mobilizar o meio cultural para essa luta.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Mara faturi</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=478#comments</link>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 07:08:33 -0200</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">42048:478@http://peleando.net</guid>
					<description>	Bela história..belíssimos seres humanos; Parabéns!
Um abraço!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Bela história..belíssimos seres humanos; Parabéns!<br />
Um abraço!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Charles Kiefer</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=477#comments</link>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 07:29:52 -0200</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">40429:477@http://peleando.net</guid>
					<description>	Newton,
	sim, concordo contigo. E para aprimorar mais essa discussão sobre a violência, o crime e a sociedade, transcrevo aqui um artigo de Karl Marx, escrito em 1863. Tu, que frequentaste as minhas aulas, sabes que sou provocador. Vai aí então uma provocação para a reflexão de toda a sociedade gaúcha:
	&amp;#8220;Um filósofo produz idéias, um poeta poemas, um clérigo sermões, um professor tratados, e assim por diante. Um criminoso produz crimes. Se observarmos mais de perto a conexão entre este último ramo da produção e a sociedade como um todo, nos livraremos de muitos preconceitos. O criminoso não só produz crimes, mas também leis penais, e com isso o professor que dá aulas e conferências sobre essas leis, e também produz o inevitável manual onde esse mesmo professor lança suas conferências no mercado como “mercadoria”. Isso traz consigo um aumento da riqueza nacional, fora o gozo pessoal que o manuscrito do manual causa em seu próprio autor.
	O criminoso produz, além disso, o conjunto da polícia e a justiça criminal, fiscais, juízes, jurados, carcereiros etc.; e essas diferentes linhas de negócios, que formam igualmente muitas categorias da divisão social do trabalho, desenvolvem diferentes capacidades do espírito humano, criam novas necessidades e novos modos de satisfazê-las. A tortura, por exemplo, fez surgir as mais engenhosas invenções mecânicas e empregou muitos artesãos honrados na produção de seus instrumentos. O criminoso produz também uma impressão em parte moral e em parte trágica, segundo o caso, e desse modo presta “serviços”. Não só produz Manuais de Direito Penal, não só Códigos Penais e com eles legisladores neste campo, mas também arte, literatura, romances e até tragédias, como mostram não só Os ladrões de Schiller, mas também Édipo Rei e Ricardo Terceiro. O criminoso rompe a monotonia e a segurança da vida burguesa. Desse modo, ele a salva da estagnação e lhe empresta essa tensão incômoda e essa agilidade sem as quais o aguilhão da competência se embotaria. Assim, estimula as forças produtivas. Enquanto o crime subtrai uma parte da população supérflua do mercado de trabalho e assim reduz a concorrência entre os trabalhadores — impedindo até certo ponto que os salários caiam abaixo do mínimo –, a luta contra o crime absorve outra parte dessa população. Portanto, o criminoso aparece como um desses “contrapesos” naturais que produzem um balanço correto e abrem uma perspectiva total de ocupações úteis.&amp;#8221;
(1863).
	Grande abraço,
	CK

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Newton,</p>
	<p>sim, concordo contigo. E para aprimorar mais essa discussão sobre a violência, o crime e a sociedade, transcrevo aqui um artigo de Karl Marx, escrito em 1863. Tu, que frequentaste as minhas aulas, sabes que sou provocador. Vai aí então uma provocação para a reflexão de toda a sociedade gaúcha:</p>
	<p>&#8220;Um filósofo produz idéias, um poeta poemas, um clérigo sermões, um professor tratados, e assim por diante. Um criminoso produz crimes. Se observarmos mais de perto a conexão entre este último ramo da produção e a sociedade como um todo, nos livraremos de muitos preconceitos. O criminoso não só produz crimes, mas também leis penais, e com isso o professor que dá aulas e conferências sobre essas leis, e também produz o inevitável manual onde esse mesmo professor lança suas conferências no mercado como “mercadoria”. Isso traz consigo um aumento da riqueza nacional, fora o gozo pessoal que o manuscrito do manual causa em seu próprio autor.</p>
	<p>O criminoso produz, além disso, o conjunto da polícia e a justiça criminal, fiscais, juízes, jurados, carcereiros etc.; e essas diferentes linhas de negócios, que formam igualmente muitas categorias da divisão social do trabalho, desenvolvem diferentes capacidades do espírito humano, criam novas necessidades e novos modos de satisfazê-las. A tortura, por exemplo, fez surgir as mais engenhosas invenções mecânicas e empregou muitos artesãos honrados na produção de seus instrumentos. O criminoso produz também uma impressão em parte moral e em parte trágica, segundo o caso, e desse modo presta “serviços”. Não só produz Manuais de Direito Penal, não só Códigos Penais e com eles legisladores neste campo, mas também arte, literatura, romances e até tragédias, como mostram não só Os ladrões de Schiller, mas também Édipo Rei e Ricardo Terceiro. O criminoso rompe a monotonia e a segurança da vida burguesa. Desse modo, ele a salva da estagnação e lhe empresta essa tensão incômoda e essa agilidade sem as quais o aguilhão da competência se embotaria. Assim, estimula as forças produtivas. Enquanto o crime subtrai uma parte da população supérflua do mercado de trabalho e assim reduz a concorrência entre os trabalhadores — impedindo até certo ponto que os salários caiam abaixo do mínimo –, a luta contra o crime absorve outra parte dessa população. Portanto, o criminoso aparece como um desses “contrapesos” naturais que produzem um balanço correto e abrem uma perspectiva total de ocupações úteis.&#8221;<br />
(1863).</p>
	<p>Grande abraço,</p>
	<p>CK
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: Franklin Cunha</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=478#comments</link>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 19:53:54 -0200</pubDate>
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					<description>	O DR. Maurício e a Dra. Ivete mostraram estar bem conscientes da falta que sentem os jovens de hoje de figuras paternas. A estrutura familiar monoparental  (em geral composta só pela mãe), imposta pelas estruturas econômicas da sociedade moderna ( que sendo moderna não é critério de excelência na criação de filhos)subtrae das crianças um m odelo paterno capaz de lhes imprimir parâmetros de conduta pessoal e social que os salvaguarde e os proteja desse emaranhado de apêlos midiáticos tão esquisofrênicos quanto avassaladores.Sob o domínio total e totalitário dos meios de comunicação, podemos dizer que nós não mais pensamos, eles , os meios, nos pensam.
E se os jovens não mais dispoem de um norteador paterno que lhes forneça orientaçao e afeto,eles serão pensados por entidades que têm todos os interesses menos o de educá-los pára a família, para a sociedade , para um mundo solidário e justo.
Franklin Cunha

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O DR. Maurício e a Dra. Ivete mostraram estar bem conscientes da falta que sentem os jovens de hoje de figuras paternas. A estrutura familiar monoparental  (em geral composta só pela mãe), imposta pelas estruturas econômicas da sociedade moderna ( que sendo moderna não é critério de excelência na criação de filhos)subtrae das crianças um m odelo paterno capaz de lhes imprimir parâmetros de conduta pessoal e social que os salvaguarde e os proteja desse emaranhado de apêlos midiáticos tão esquisofrênicos quanto avassaladores.Sob o domínio total e totalitário dos meios de comunicação, podemos dizer que nós não mais pensamos, eles , os meios, nos pensam.<br />
E se os jovens não mais dispoem de um norteador paterno que lhes forneça orientaçao e afeto,eles serão pensados por entidades que têm todos os interesses menos o de educá-los pára a família, para a sociedade , para um mundo solidário e justo.<br />
Franklin Cunha
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: FRAN</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=379#comments</link>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 14:23:55 -0300</pubDate>
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					<description>	ontem no desfile da semana farroupilha presenciamos a apresentação do duelo entre os &amp;#8220;hermanos farrapos&amp;#8221; BENTO r ONOFRE, e isto me levou
apesquisar sobre o fato que acabo deler.acheimuito oportuno lembrar esses fatos historicos. LINDO&amp;#8230;.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>ontem no desfile da semana farroupilha presenciamos a apresentação do duelo entre os &#8220;hermanos farrapos&#8221; BENTO r ONOFRE, e isto me levou<br />
apesquisar sobre o fato que acabo deler.acheimuito oportuno lembrar esses fatos historicos. LINDO&#8230;.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: rogerio</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=467#comments</link>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 14:35:31 -0300</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">37451:467@http://peleando.net</guid>
					<description>	É o mesmo país, em que o mesmo presidente do STF é pilhado em conversa pouco republicana, com um senador, e ninguem parece ter se incomodado com o teor do que teria sido dito&amp;#8230; nenhuma investigação sobre a ação que seria apresentada, segundo teria dito o senador da república ao ínclito magistrado&amp;#8230;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>É o mesmo país, em que o mesmo presidente do STF é pilhado em conversa pouco republicana, com um senador, e ninguem parece ter se incomodado com o teor do que teria sido dito&#8230; nenhuma investigação sobre a ação que seria apresentada, segundo teria dito o senador da república ao ínclito magistrado&#8230;
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>by: Átila Guimarães, jornalista</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=467#comments</link>
		<pubDate>Fri, 01 May 2009 10:43:13 -0300</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">37446:467@http://peleando.net</guid>
					<description>	Eu discordo.
	Não foi lamentável. Foi indispensável. Tardio até&amp;#8230;
	Foi indispensável para os que tem dignidade. 
	Quantos serão&amp;#8230;?

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Eu discordo.</p>
	<p>Não foi lamentável. Foi indispensável. Tardio até&#8230;</p>
	<p>Foi indispensável para os que tem dignidade. </p>
	<p>Quantos serão&#8230;?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Eduardo Gallo</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=466#comments</link>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 14:09:33 -0300</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">37442:466@http://peleando.net</guid>
					<description>	Nada muda&amp;#8230;é o mesmo país em que um mesmo cidadão é ora Ministro da Justiça, ora Ministro do STF e depois vira Ministro da Defesa&amp;#8230;quem sabe depois Membro da Corte de Haia&amp;#8230;que tal? nada ruim!!!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Nada muda&#8230;é o mesmo país em que um mesmo cidadão é ora Ministro da Justiça, ora Ministro do STF e depois vira Ministro da Defesa&#8230;quem sabe depois Membro da Corte de Haia&#8230;que tal? nada ruim!!!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: Gelson Roberto Klein</title>
		<link>http://peleando.net/index.php?p=466#comments</link>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 06:55:38 -0300</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">37441:466@http://peleando.net</guid>
					<description>	Tens integral e procedente razão, a velha tática de panos quentes e vamos adiante. Abraço. Gelson

</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Tens integral e procedente razão, a velha tática de panos quentes e vamos adiante. Abraço. Gelson
</p>
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				</item>
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